domingo, 31 de maio de 2015

PENSA QUE ACABOU? O QUE FAZER QUANDO SEU FILHO É O VILÃO DA HISTÓRIA?

Já faz algum tempo que a palavra “bullying”, sem tradução precisa em português, entrou para o vocabulário de mães, pais, professores, diretores de escolas e agentes políticos no Brasil. Apesar disso, muita gente ainda torce o nariz para a importância do conceito, recorrendo principalmente a argumentos como “na minha época, todo mundo fazia e sofria bullying, e ninguém teve maiores problemas por isso”. Esta abordagem, contudo, apresenta dois vícios fundamentais: primeiro, a crença de que não houve efeitos adversos a médio e longo prazo. Afinal, como se pode ter certeza disso, sem acompanhamento das vítimas ao longo da vida? Segundo, porque o próprio conceito de bullying pode estar mal-compreendido. Na verdade, essa prática tem características bastante específicas, que vão além da simples atribuição de apelidos ou de “pegar no pé” dos colegas.



O Departamento de Saúde e Serviços Humanos do governo dos Estados Unidos define o bullying como um “comportamento agressivo e indesejado entre crianças em idade escolar, manifestado repetidamente e envolvendo real ou percebido desequilíbrio de poder”. Para que seja considerado bullying, portanto, o comportamento deve ser agressivo e incluir estes dois elementos: um desequilíbrio de poder (quando a criança usa sua força física, popularidade ou acesso a informações embaraçosas para manipular ou prejudicar outras) e a repetição (quando o comportamento ocorre ou tem potencial para ocorrer mais de uma vez).

Do outro lado

Desde que o conceito chegou ao Brasil, pais redobraram a vigilância para prevenir que seus filhos fossem vítimas do bullying. Trata-se de uma medida necessária, é claro, mas muitos ainda não se deram conta de que crianças superprotegidas também podem migrar para o lado obscuro da problemática, tornando-se os próprios “bullies” – denominação dada aos praticantes do bullying. A falta de limites está diretamente associada a esse tipo de ocorrência, pois a criança pode sentir que suas atitudes estão respaldadas pelos pais.

Quando se descobre que o filho está praticando bullying, é preciso agir. Primeiro, deixando claro para a criança que você leva o assunto muito a sério e que não vai tolerar esse tipo de atitude. Também é necessário desenvolver, dentro da família, regras claras e consistentes quanto ao comportamento da criança. Elogie e incentive seu filho por seguir as regras e adote castigos (não físicos, nem hostis) para punir a desobediência. Passe mais tempo com a criança e supervisione com atenção suas atividades. Descubra quem são os amigos de seu filho e o que eles fazem no seu tempo livre. Dê vazão aos talentos da criança, estimulando-a a se envolver em atividades sociais como clubes, aulas de música e esportes não violentos. Compartilhe suas preocupações com professores, coordenadores ou diretores da escola de seu filho. Trabalhe em conjunto com eles para deixar uma mensagem clara à criança de que o bullying deve cessar. Se necessário, converse com um orientador da escola ou profissional de psicologia para buscar auxílio extra. O fundamental – para o bem da criança, de seus colegas e dos adultos que todos eles serão um dia – é que o assunto seja encarado com a devida seriedade, a fim de que situações de assédio não tenham espaço.

Efeitos negativos atingem vítimas e agressores

Segundo cartilha do programa Stop Bullying Now, que é mantido pelo governo norte-americano, as consequências negativas do bullying afetam tanto as vítimas quanto os autores. As crianças que sofrem bullying podem experimentar problemas de saúde física e mental, sendo mais predispostas a depressão e ansiedade, sentimentos de tristeza e solidão, alterações nos padrões de sono ou alimentação e perda de interesse por atividades das quais costumavam gostar. O pior é que todas essas questões podem continuar na fase adulta. Segundo pesquisas, as reclamações de problemas de saúde de um modo geral também são maiores entre vítimas de bullying, assim como a queda de rendimento e participação escolar, ensejando maior taxa de ausência, repetência e abandono dos estudos. Em casos raros, alvos de bullying podem até buscar retaliação violenta: nos anos 1990, doze entre quinze ataques com armas de fogo foram perpetrados por atiradores que sofreram esse tipo de assédio.

Autores de bullying, por sua vez, também podem se envolver em comportamentos de risco no futuro. As crianças que apresentam esse tipo de conduta são mais propensas ao abuso de álcool e outras drogas na adolescência e na fase adulta; ao envolvimento em brigas e atos de vandalismo; à evasão escolar; e à atividade sexual precoce. Quando adultos, tendem também a possuir condenações criminais e multas de trânsito, além de comportamento abusivo em relação a seus cônjuges e a crianças.

Fonte: Revista R

Retirado do Site oficial da Escola da Inteligência do Dr. Augusto Cury
http://www.escoladainteligencia.com.br/bullying-o-que-fazer-quando-seu-filho-e-o-vilao-da-historia/

sexta-feira, 29 de maio de 2015

AULA EXTERNA: BULLYING

A Arte e o Bullying

Dentro desta perspectiva em sala de aula a Artes é uma alternativa de matéria que pode estar auxiliando o professor em sala de aula, para maior compreensão dos alunos. Lembrando que isso pode ocorrer até mesmo em sala de aula vindo dos amigos ao redor é até mesmo do professor, que está ali exatamente para corrigir, e nós como futuras pedagogas temos que nos atentar e trazer para nossa sala de aula essa adversidade de assuntos, para deixar seu aluno sempre informado e corrigir alguns erros da sociedade.
Abaixo é um  material da Universidade Federal do Rio Grande Universidade Aberta do Brasil Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação José Fernando da Silveira Costa
  •   INTRODUÇÃO
    • O bullying é uma prática recorrente dentro das escolas já a algum tempo, mas recentemente vem tendo uma repercussão midiática mais atenciosa em torno do tema.
    • Sendo a arte uma área que lida com a sensibilidade do ser humano, resolvi aplicar uma atividade relativa ao bullying e como a arte pode ajudar a entender e combater essa agressividade gratuita do bullying.
  • OBJETIVO GERAL
    • O foco desta atividade é elucidar através da exibição de vídeos e confecção de trabalhos de arte, como a prática do bullying pode ser domada e analisada. Para isso, será gerada uma discussão dentro da sala de aula, onde os alunos poderão contar experiências que tiveram, em que sofreram ou aplicaram o bullying.
  • PROCEDIMENTOS
    • Haverá exibições de vídeos coletados You Tube- que tragam a conotação da agressividade do bullying, além disso, esses vídeos coletados ficarão a disposição na rede no blog ‘De encontro ao medo’, em que tratarei de assuntos relativos a este tema.
    • A turma será dividida em duplas para que haja um interação e cooperação entre os alunos.
    • Na primeira aula haverá apenas exibições de vídeos , para que os alunos se aproximem desta linguagem. Na aula seguinte, cada dupla trará um vídeo coletado da internet e explicará porque trouxe aquele material. Em seguida, haverá a montagem de uma vídeo coletiva com todos os vídeos coletados pelas duplas.
    • Vale salientar que esta atividade se encaixa dentro da proposta das metodologias construtivistas, a partir do momento que preza pela cooperação e interação dos alunos para a construção do conhecimento.
  •   AVALIAÇÃO
    • Os alunos serão avaliados a partir dos seguintes critérios:
    • - Participação;
    • - Interesse na pesquisa do tema e na proposta;
    • - Interação com os colegas;
    • - Capricho e dedicação ao trabalho.
  •   REFERÊNCIAS
    • LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência - O Futuro do pensamento na era da Informática. São Paulo: Editora 34.2008.
    • GUTERREZ, Suzana. Weblogs e Educação: Contribuição para construção de uma teoria. Novas Tecnologias na Educação, Vol.3, Número 1, 2005.
    • NETO, Aramis A.Lopes. Bullying – comportamento agressivo entre estudantes . J Pediatr (Rio J). 2005;81(5 Supl):S164-S172.
  •   ANEXOS
    • Vídeo do menino australiano Casey Heynes atacando seu agressor:
    • Http://www.youtube.com/watch?v=g5raebTPU9k&feature=related
    • Portal do professor - bullying
    • http://bullyingportalprofessor.wordpress.com/
    • Blog - De encontro ao medo:
    • http://deencontroaomedo.blogspot.com/

quinta-feira, 28 de maio de 2015

FEIRA DE CIÊNCIAS

Feira de ciências é um recurso que serve para a divulgação do ensino de ciências com mais ênfase   para a comunidade escolar e isto é um bom intermédio de diálogo entre professor e aluno para a compreensão do aluno e assim despertar o interesse dos alunos e deve ter sempre algum objetivo.
O professor para estar realizando experimentos devemos ter alguns critérios para auxiliarem durante as aulas, como:
  • Organizar.
  • Observar.
  • Pesquisar.
  • Investigar.
  • Adotar critérios para a pesquisa utilizando a ética.
  • Experimentar e validar resultados das fases do experimento.
  • Garantir total segurança e qualidade durante a elaboração da pesquisa.
  • Fazer uma boa apresentação da conclusão do experimento.

Experiência do miolo
Materiais:
★ 1 copo transparente
★ Miolo de pão
 Água com gás
1. Faça duas ou três bolinhas de miolo de pão. Coloque a água com gás até a metade do copo.
2. Em seguida, jogue as bolinhas feitas com o miolo do pão no copo com água com gás. Note que as bolinhas de pão vão subir e descer.




Bibliografia
http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/87/artigo224919-3.asp
http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/feiradeciencias.htm

quarta-feira, 27 de maio de 2015

MENSAGENS

522031 mensagens contra bullying para facebook fotos Mensagens contra bullying para facebook: fotos

BIBLIOGRAFIA
http://www.mundodastribos.com/mensagens-contra-bullying-para-facebook-fotos.html

SARAU

O sarau é um evento cultural ou musical onde as pessoas se encontram para se manifestarem artisticamente. Muito presente no contexto escolar, o sarau pode ter dança, música, poesia, livros, não importa o clima de descontração destes encontros é o que os torna ainda mais especiais e tão tradicionais.

Nosso evento abordara o tema Bullying e será divido em duas partes sendo ela a musica e um poema e será apresentado na escola pelos próprios alunos.em um espaço terá as crianças mostrando a música que escolherão para falar do tema e em outro espaço terá alunos recitando o poema também escolhido por eles.


POEMA BULLYING 
(André Pereira)

O Bullying é perdição
O Bullying não desaparece com o vento
Fica no coração
Não se esvai do pensamento.

O Bullying é inconsciente
É uma brincadeira adolescente
É só para chamar a atenção
De gente que não tem consideração.

As vítimas ficam a sofrer
Os agressores a rir
As vítimas ficam a perder
Os agressores, temos de os polir.

O Bullying é internacional
A todos tem de preocupar
Faz os outros ficar mal
Baixa rendimento escolar.

Isto temos de mudar
Os agressores têm de aprender
As vítimas ajudar
Para deixarem de sofrer.

Para garantirmos um futuro
Que seja menos duro
O mundo, não vamos mudar
Mas temos de tentar.

Não podemos retaliar
Se não nada
Conseguimos mudar

E perdemos a caminhada. 

BIBLIOGRAFIA
http://poesiasdequesabe.spaceblog.com.br/1900849/Bullying/


ENTREVISTA: BULLYING

Entrevista com a psicóloga Vanessa Ribeiro a respeito do bullying nas escolas.

BULLYING, o vilão das escolas
O comportamento agressivo entre estudantes, expressado de forma física ou verbal sem qualquer motivo, conhecido como bullying, é um dos graves problemas enfrentados em todo o mundo. Colocar apelidos, humilhar, isolar ou até mesmo agredir fisicamente o colega são algumas das ações que refletem negativamente em todos os alunos das salas onde isso acontece. Para ajudar a esclarecer o assunto, conversamos com psicóloga Vanessa Ribeiro.
Anchieta: Explique–nos o que é o bullying.
Vanessa: O bullying é um termo proveniente da língua inglesa, usado para referir-se a atos de violência física e/ou psicológica de um indivíduo ou grupo para com outro, sendo intencionais, recorrentes e sem motivação aparente, havendo um desequilíbrio de poder entre as partes: o agressor e o alvo da agressão. Vale ressaltar que, ao contrário do que se costuma falar, o bullying não é um fenômeno novo, mas sim uma nova nomeação atribuída pela ciência a uma das faces da violência, numa tentativa ilusória de controlá-la por meio da classificação. Ao falar de bullying, precisamos considerar os fatores culturais que colaboram para o seu aparecimento, como o capitalismo, o individualismo. Não que tais fatores por si só provoquem o bullying, mas a sua aplicação extremista pode acarretar consequências negativas ao limitar as opções do indivíduo.
Anchieta: Hoje em dia acontecem mais casos de bullying do que antes?
Vanessa: O bullying, a delinquência, os problemas de conduta, a indisciplina, entre outros, são conceitos que se referem à violência escolar e esta é um fenômeno antigo em todo mundo. O que se considera recente são os estudos acadêmicos a respeito do tema no Brasil. A partir do crescente interesse e preocupação com a violência escolar e consequente aumento do número de pesquisas, este tema passa a ser um grande alvo da mídia. O fato desses casos surgirem de forma mais constante e endêmica tem relação com o contexto normativo atual, que incumbe o indivíduo a elaborar suas próprias regras, em detrimento da disciplina, prevalecendo o sentimento de insuficiência, já que o melhor nunca é o satisfatório e tudo pode ser alcançado. A contemporaneidade maximiza o individualismo, promovendo uma cultura narcísica.
Anchieta: Em qual idade escolar costumam acontecer mais casos?
Vanessa: É preciso uma pesquisa mais ampla para afirmar com certeza a maior incidência dos casos. Contudo, supõe-se que seja entre adolescentes de 11 a 15 anos de idade.
Anchieta: Qual é o perfil da criança e adolescente que sofre bullying?
Vanessa: Não falamos em perfil. Atribuir um perfil seria rotular crianças e adolescentes. O que se percebe, a partir das pesquisas divulgadas, é que há características comuns entre sujeitos que praticam e sofrem o bullying. Em geral, o agressor já foi, em algum monento, alvo do bullying. Para o agressor, a função do bullying é demonstrar poder e conseguir uma afiliação junto aos outros colegas. O repertório de enfrentamento de conflitos daqueles que praticam bullying se restringe a comportamentos agressivos e explosivos. Aqueles que são alvo do bullying normalmente apresentam alguma característica física ou emocional destoante dos demais, somado ao sentimento de insegurança e à falta de habilidade para reagir.
Anchieta: Que tipo de atos agressivos são praticados?

Vanessa:
Os atos podem ser diretos: agressões físicas, ofender, ameaçar, humilhar, extorquir dinheiro, roubar objetos, forçar comportamentos sexuais ou realização de atividades subservientes, entre outros; e atos indiretos: boatos, fofocas, exclusão sistemática de um colega. Além disso, há o cyberbullying, que é a utilização da tecnologia da comunicação, como a internet, para a realização do bullying.
Anchieta: Meninos e meninas praticam e lidam com o bullying de maneiras diferentes?
Vanessa: Em geral, as meninas apresentam formas mais sutis de expressar a violência do que os meninos, os quais se sentem mais encorajados a assumir posições violentas, refletindo os nossos padrões culturais e de socialização.
Anchieta: Como suspeitar que uma criança ou adolescente esteja sofrendo bullying na escola?
Vanessa: Atentar para mudanças no comportamento social da criança/adolescente, como tendência ao isolamento, recusa em frequentar a escola; sintomas psicossomáticos recorrentes; mudanças no comportamento emocional e afetivo; queda do rendimento escolar. Logicamente que a presença desses fatores não determinam que o sujeito esteja sofrendo bullying, mas devem ser considerados como indicativos para uma maior investigação.
Anchieta: Que tipo de danos pode causar o bullying?
Vanessa: O bullying pode causar dificuldades acadêmicas, sociais e emocionais para todos os envolvidos – agressor, alvo e testemunhas. O sujeito, alvo de bullying, tende a trocar constantemente de escola ou abandoná-la; apresentar baixa auto-estima, sentimentos negativos relativos a si próprio, distúrbios psicossomáticos; aumento da probabilidade de depressão e dos comportamentos agressivos, tendendo a tornar-se autor do bullying.

Anchieta:
O que os pais devem fazer ao saber que seu filho é vítima de bullying?

Vanessa:
Tanto a postura dos pais, demasiado autoritária, quanto o seu oposto, a demasiado permissiva, trazem efeitos negativos ao desenvolvimento da criança/adolescente, o que reflete no comportamento destes na escola. É importante que os pais reflitam se estão promovendo a autonomia dos filhos, ampliando o limiar destes às frustrações, as quais são inerentes ao viver. Dialogar com o filho, entendendo seus sentimentos e ideias em relação aos fatos, é sempre o mais indicado. Também é preciso que se aproximem da escola, participando do processo de educação dos seus filhos. Podem também buscar ajuda de um profissional (psicólogo) que os direcione na identificação e análise de tais problemas.

Anchieta:
O que fazer quando o próprio filho é o agressor?
Vanessa: De algum modo, todos – os agressores, os alvos e as testemunhas, são vítimas nos casos de bullying. Todos são prejudicados e merecem ser tratados como jovens que passam por problemas. Pensar numa intervenção para o agressor é pensar na promoção da sua saúde. O bullying, antes de ser uma questão legal, é uma questão de saúde.
Anchieta: Que medidas as escolas podem tomar para evitar esse tipo de comportamento?
Vanessa: Primeiro, é importante fazer a análise do contexto e das formas de poder vigentes no âmbito escolar, reconhecendo as subjetividades e a relatividade das ideias que coabitam neste campo. A partir daí, as escolas devem evitar medidas puramente punitivas e o estímulo à competição; promover a participação ativa dos estudantes nas decisões e organização do seu processo de educação, respeitando as ideias dos mesmos; promover o estabelecimento de vínculo entre os sujeitos na escola (professores, alunos e funcionários); focar no problema separando-o do sujeito, ou seja, o problema não é inerente à identidade do aluno; atuar em prol da “problematização” da violência, permitindo, assim, a reflexão e a atribuição de significados por parte dos envolvidos.

Anchieta:
O bullying é um fenômeno que só ocorre nas escolas?
Vanessa: O bullying pode ocorrer na família, no ambiente de trabalho, nos clubes, condomínio, entre outras instituições.

BIBLIOGRAFIA:
Site do Colégio Anchieta (http://www.colegioanchieta-ba.com.br): Entrevista com a psicóloga Vanessa Ribeiro